segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Educação de filhos

Texto enviado pela minha amiga: Juliana Pim

No processo de educação, o grande mérito dos pais é burilar o caráter dos seus filhos de uma maneira informal. É ir sedimentando nos corações infantis os valores morais e os sentimentos nobres.

Para isso, existem algumas dicas importantes. A primeira: nunca diga para uma criança "não faça isso", sem lhe dar outra coisa para fazer.

Educar é corrigir.

Corrigir é substituir uma forma de reação inconveniente por uma adequada. A criança tem prazer na ação.

Para desviá-la da que não convém, é importante lhe sugerir a ação conveniente, a fim de não privá-la do prazer de agir.

Assim, em vez de falar: "não desça a escada correndo", diga: "desça os degraus um de cada vez. Vá devagar." A ordem é positiva e não impede a ação da criança de descer a escada. "Não diga que uma coisa é ruim apenas porque incomoda você."

A qualificação de uma coisa em boa ou ruim é importante para a criança na formação de sua capacidade de julgamento.

Se a coisa é ruim, é necessário dizer o motivo, de modo compreensível para a criança.

E esta razão deve estar na coisa em si e não somente porque desagrada você.

"Não interrompa o que uma criança está fazendo, sem avisá-la com antecedência."

A criança tem prazer na ação, insistimos.

Interromper de repente algo que ela esteja fazendo, lhe causará violenta emoção.

Observe como o bebê reage, chorando, quando alguém simplesmente vem e lhe arranca das mãos o brinquedo com que ele se distraía.

Converse sempre, explique. E não pense que a criança não entende.

Respeite-a.

Quando estiver no parquinho, e for o momento de ir embora, não diga simplesmente "acabou, vamos embora."

Avise uns minutinhos antes, dando-lhe tempo, por exemplo, para uma última descida pelo escorregador.

Ou apanhar com calma os brinquedos na areia. E se despedir dos amiguinhos com os quais brincava.

Desta forma haverá menos choro e mais tranqüilidade.

A criança sentirá que tem certo domínio sobre o tempo, enquanto lhe estamos repassando também a lição da responsabilidade, pois ela terá que respeitar o trato feito.

Finalmente, não prometa o que você não deseja cumprir. Para a criança, prometer é começar a realizar. Se a promessa não se cumprir, haverá uma frustração.

Ela sentirá como se tivesse sido privada de alguma coisa e isso dá origem à descrença.

Deixará primeiro de crer nos pais.

E, ao crescer, passará a ter a mesma descrença com as pessoas com as quais se relacionar, transformando-se em um adulto desconfiado e solitário.

***

Pais e mães: abençoem seus filhos, a cada manhã, a cada anoitecer com seu carinho e cuidados.

Orientem os seus pequenos para que cumpram seus nobres destinos na terra, honrando a confiança do criador aos lhes destinar ao lar suas criaturas.

Mantenham seus rebentos, sob seus cuidados, um pouco mais, ensinando-os desde cedo as noções do respeito, da disciplina e do amor.

Abençoem seus filhos com a correta educação, preparando-os para serem felizes desde hoje.
 
 

Fonte: Livro Vereda Familiar, cap. 12, ed, Fráter Livros Espíritas. "Os 10 mandamentos para pais e mestres", do Encontro estadual sobre a família da FERGS de 26 e 27 de abril de 1997.


quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Não custa sonhar - A escola ideal.

Já ha muito tempo sonho em uma escola ideal, tanto para alunos, para funcionários e professores em geral, fiz uma relação de coisas que acredito que não deveriam faltar em uma escola, dessas coisas uma já se realizou que é kit de material para alunos, quem sabe o resto também não venha a se concretizar.

Cada escola deve ter:
-sala de direção
-sala de coordenação
-sala de reuniões (htpc, conselho, etc)
-sala de esportes
-biblioteca
-sala de leitura
-sala de informática
-sala de artes c/ bancadas e tanque
-laboratório de ciências c/ bancadas e tanque
-anfiteatro c/ palco e cadeiras estofadas
-sala de professores c/ uma estação multimídia
-secretaria
-Um secretário p/ cada 50 professores.
-despensa
-cantina
-merenda
-cozinha para funcionários
-xerox.
Obs: esses espaço não devem ser usados conjuntamente como sala de aula.
- Controladores de acesso.
-bebedouros (2 por cada espaço físico, exemplo: corredor de salas de aula, pátio, quadra, etc).
-estacionamente p/ funcionários.
-Segurança noturna.
-Um inspetor de aluno p/ cada 8 salas.

Cada sala de aula deve ter:
-sala ambiente c/ armários
-cadeiras estofadas com tamanhos adequados para cada faixa de idade.
-carteiras e cadeiras p/ no máximo 30 alunos.
-espaço para multimídia (telão, datashow e saídas de som).
-sistema de ventilação (ventiladores ou ar-condicionado).
-quadro branco p/ canetão, com fundo quadriculado.

Cada professor deve ter seu kit:
-apagadores
-canetões
-agenda
-notebook
-canetas, lápis, borracha.
-avental com emblema do Estado (Uniforme).

Cada aluno deve ter seu kit:
-cadernos, lápis, canetas.
-kit de artes
-kit de desenho
-camiseta e calça de moleton com emblema do estado (uniforme).

Bem que o estado podia ter essa qualidade no ensino e valorizar um pouco mais essa nossa categoria, abraços e rezem para que um dia esse sonho se realize.

Literatura x matemática - fortes aliadas 2



Marilyn Burns é  um autor que se especializa em matemática.  Seus livros são altamente recomendados pelos professores.

The $1.00 Word Riddle Book ~ A Palavra Riddle Reserve 1,00 $ ~

Marilyn Burns, Martha Weston (Illustrator) / Paperback / Published 1993 Marilyn Burns, Weston Martha (ilustrador) / Capa / Publicado em 1993

50 Problem Solving Lessons ~ 50 Solução de Problemas Lições ~

Marilyn Burns / Paperback / Published 1996 Marilyn Burns Paperback / / Publicado em 1996

About Teaching Mathematics : A Kindergarten Through Eighth Resource ~ Sobre o Ensino da Matemática: Um jardim de infância através de recursos Oitava ~

Marilyn Burns / Paperback / Published 1993 Marilyn Burns Paperback / / 1993, publicada

The Book of Think : Or, How to Solve a Problem Twice Your Size (A Brown Paper School Book) ~ O Livro dos Pense: Ou, como resolver um problema duas vezes o seu tamanho (uma escola do livro de papel pardo) ~

Marilyn Burns / Paperback / Published 1976 Marilyn Burns Paperback / / Publicado em 1976

A Collection of Math Lessons from Grades 1 Through 3 ~ A coleção de Matemática Aulas de graus 1 Através de 3 ~

Marilyn Burns, Bonnie Tank / Paperback / Published 1993 Marilyn Burns, Bonnie Tanque / Capa / Publicado em 1993

A Collection of Math Lessons from Grades 3 Through 6 ~ Uma coleção de Matemática Aulas de classes 3 a 6 ~

Marilyn Burns / Paperback / Published 1993 Marilyn Burns Paperback / / 1993, publicada

Collection of Math Lessons from Grades 6 Through 8 ~ Coleção de Matemática Aulas de classes 6 a 8 ~

Marilyn Burns, Cathy McLaughlin / Paperback / Published 1993 Marilyn Burns, McLaughlin Cathy / Capa / Publicado em 1993

The Fattest, Tallest, Biggest Snowman Ever (Hello Math Reader - Level 3) ~ O mais gordo, mais alto Maior Boneco de Neve, Ever (Olá Reader Matemática - Nível 3) ~

Bettina Ling, Marilyn Burns, et al / Paperback / Published 1997 Bettina Ling, Marilyn Burns, et al Paperback / / Publicado em 1997

Good Time Math Event Book Good Time Reserva evento Matemática

Marilyn Burns / Paperback / Published 1977 Marilyn Burns Paperback / / Publicado em 1977

The Greedy Triangle (Brainy Day Books) O Triângulo Greedy (Livros Dia Brainy)

Marilyn Burns, Gordon Silveria (Illustrator) / Hardcover / Published 1995 Marilyn Burns, Silveria Gordon (ilustrador) / Capa Dura / Publicado em 1995

How Many Feet? Quantos metros? How Many Tails? How Many Tails? : A Book of Math Riddles (Hello Math Reader. Level 2) ~ Ships in 2-3 days : Um livro de Matemática Riddles (Olá Math Reader 2. Level) ~ navios em 2-3 dias

Marilyn Burns, Lynn Adams (Illustrator) / Paperback / Published 1996 Marilyn Burns, Adams Lynn (ilustrador) / Capa / 1996, publicado

I Hate Mathematics! Eu odeio Matemática! Book ~ Reserve ~

Marilyn Burns / Paperback / Published 1976 Marilyn Burns Paperback / / Publicado em 1976

Just a Minute (Hello Math Reader. Level 2) ~ Apenas um minuto (Olá Reader Matemática. Nível 2) ~

Teddy Slater, Marilyn Burns, et al / Paperback / Published 1996 Teddy Slater, Marilyn Burns, et al Paperback / / Publicado em 1996

Math and Literature (K-3) ~ Matemática e Literatura (K-3) ~

Marilyn Burns / Paperback / Published 1993 Marilyn Burns Paperback / / 1993, publicada

Math by All Means : Division, Grades 3-4 (Math by All Means Series) ~ Matemática por todos os meios:, Grades Divisão 3-4 (Matemática por todos os meios Series) ~

Susan Ohanian, Marilyn Burns, et al / Paperback / Published 1997 Susan Ohanian, Marilyn Burns, et al Paperback / / Publicado em 1997

Math by All Means : Multiplication ~ Matemática por todos os meios: Multiplicação ~

Marilyn Burns / Paperback / Published 1993 Marilyn Burns Paperback / / 1993, publicada

Math by All Means : Place Value Grade 2 ~ Matemática por todos os meios: Value Place Grau 2 ~

Marilyn Burns / Paperback / Published 1994 Marilyn Burns Paperback / / Publicado em 1994

Math by All Means : Probability Grades 3-4 ~ Matemática por todos os meios: Níveis de Probabilidade 3-4 ~

Marilyn Burns / Paperback / Published 1997 Marilyn Burns Paperback / / 1997 Publicação

Math for Smarty Pants ~ Matemática para o Smarty Pants ~

Marilyn Burns / Hardcover / Published 1982 Marilyn Burns Hardcover / / Publicado em 1982

Math for Smarty Pants/Grades 7-9 ~ Matemática para Smarty Pants / classes 7-9 ~

Marilyn Burns / Paperback / Published 1982 Marilyn Burns Paperback / / Publicado em 1982

Spaghetti and Meatballs for All : A Mathematical Story (Marilyn Burns Brainy Day Books) ~ Espaguete e Almôndegas para Todos: Uma História de Matemática (Marilyn Burns Day Books Brainy) ~

Marilyn Burns, Debbie Tilley (Illustrator) / Hardcover / Published 1997 Marilyn Burns, Debbie Tilley (Illustrator) Hardcover / / Publicado em 1997

Writing in Math Class : A Resource for Grades 2-8 ~ Escrita na aula de matemática: um recurso para os graus 2-8 ~

Marilyn Burns / Paperback / Published 1995 Marilyn Burns Paperback / / Publicado em 1995

The Book of Think : Or, How to Solve a Problem Twice Your Size O Livro dos Pense: Ou, como resolver um problema duas vezes o seu tamanho

Marilyn Burns / Unknown Binding / Published 1976 Marilyn Burns Desconhecido / Encadernação / Publicado em 1976

A Collection of Math Lessons : From Grades 1 Through 3 (Math Solutions Series) Uma coleção de lições de matemática: entre as classes 1 a 3 (Série Solutions Matemática)

Marilyn Burns / Paperback / Published 1988 Marilyn Burns Paperback / / 1988, publicado
(Special Order) (Ordem Especial)

How Many Feet? Quantos metros? How Many Tails? How Many Tails? : A Book of Math Riddles : Um livro de Matemática Riddles

Marilyn Burns, Lynn Adams (Illustrator) / Unknown Binding / Published 1996 Marilyn Burns, Adams Lynn (ilustrador) / Desconhecido Encadernação / Publicado em 1996

I Hate Mathematics Book, Vol 1 Eu Odeio Matemática Livro, Vol. 1

Marilyn Burns / Hardcover / Published 1975 Marilyn Burns Hardcover / 1975 Publicação
(Special Order) (Ordem Especial)

I Hate Mathematics! Eu odeio Matemática! Book Livro

Marilyn Burns / Unknown Binding / Published 1975 Marilyn Burns Desconhecido / Encadernação / Publicado em 1975

Math for Smarty Pants/Grades 7-9 Matemática para Smarty Pants / Grades 7-9

Marilyn Burns / Unknown Binding / Published 1982 Marilyn Burns Desconhecido / Encadernação / Publicado em 1982

Not Enough Room (Hello Math Reader) Não há espaço suficiente (Olá Reader Matemática)

Joanne Rocklin, Marilyn Burns, et al / Paperback / Published 1998 Joanne Rocklin, Marilyn Burns, et al Paperback / / Publicado em 1998

Teachers' Voices for School Change : An Introduction to Educative Research Teachers 'Vozes de mudança da escola: Uma Introdução à Investigação Educativa

A. Gitlin, Marilyn Burns, et al / Hardcover / Published 1992 A. Gitlin, Marilyn Burns, et al Hardcover / / 1992 Publicação

Teachers' Voices for School Change : An Introduction to Educative Research (Investigating Schooling) Teachers 'Vozes de mudança da escola: Uma Introdução à Investigação Educativa (Instrução escolaridade)

Andrew Gitlin, Marilyn Burns, et al / Paperback / Published 1992 Andrew Gitlin, Marilyn Burns, et al Paperback / / 1992 Publicação

Three Pigs, One Wolf, and Seven Magic Shapes (Hello Math Reader. Level 3) Três porcos, um lobo, e sete formas Magic (Olá Reader Matemática. Nível 3)

Grace MacCarone, Marilyn Burns,et al / Paperback / Published 1998 Grace Maccarone, Marilyn Burns, et al Paperback / Publicação 1998

Tic-Tac-Toe : Three in a Row (Hello Math Reader) Tic-Tac-Toe: Três em Linha (Olá Reader Matemática)

Judith Bauer Stamper, Marilyn Burns, et al / Paperback / Published 1998 Judith Stamper Bauer, Marilyn Burns, et al Paperback / / Publicado em 1998

Literatura X Matemática - fortes aliadas

livros de crianças estão sendo mais utilizados para ensinar matemática.
Com a literatura, as crianças são capazes de experimentar a maravilha da matemática, da mesma forma que apreciam as maravilhas de uma grande história.
 Aqui você vai encontrar recursos em sala de aula, atividades e dicas de instrução sobre como os livros podem fornecer um contexto rico para a compreensão de conceitos matemáticos.
 A literatura infantil é uma ferramenta eficaz para a matemática de instrução, pois:
  • incorpora histórias para o ensino ea aprendizagem da matemática
  • introduz conceitos de matemática e contextos de uma forma motivadora
  • atua como uma fonte geradora de problemas e construção de habilidades para resolver problemas
  • ajuda a construir uma compreensão conceitual de matemática através de ilustrações

ETNOMATEMÁTICA

A etnomatemática surgiu na década de 70, com base em críticas sociais acerca do ensino tradicional da matemática, como a análise das práticas matemáticas em seus diferentes contextos culturais. Mais adiante, o conceito passou a designar as diferenças culturais nas diferentes formas de conhecimento. Pode ser entendida como um programa interdisciplinar que engloba as ciências da cognição, da epistemologia, da história, da sociologia e da difusão.
A palavra foi cunhada da junção dos termos techné, mátema e etno. Segundo Ubiratan D'Ambrósio o Programa Etnomatemática "tem seu comportamento alimentado pela aquisição de conhecimento, de fazer(es) e de saber(es) que lhes permitam sobreviver e transcender, através de maneiras, de modos, de técnicas, de artes (techné ou 'ticas') de explicar, de conhecer, de entender, de lidar com, de conviver com (mátema) a realidade natural e sociocultural (etno) na qual ele, homem, está inserido."[1]
Tomando o campo da matemática como exemplo, numa perspectiva etnomatemática, o ensino deste ganha contornos e estratégias específicas, peculiares ao campo perceptual dos sujeitos aos quais se dirige. A matemática vivenciada pelos meninos em situação de rua, a matemática desenvolvida em classes do ensino supletivo, a geometria na cultura indígena, são completamente distintas entre si em função do contexto cultural e social na qual estão inseridas.

povos antigos da matemática




















terça-feira, 23 de novembro de 2010

Competências e habilidades para o ensino médio

Competências e habilidades
a serem desenvolvidas em Matemática

Representação e comunicação

• Ler e interpretar textos de Matemática.
• Ler, interpretar e utilizar representações matemáticas (tabelas, gráficos, expressões etc).
• Transcrever mensagens matemáticas da linguagem corrente para linguagem simbólica
(equações, gráficos, diagramas, fórmulas, tabelas etc.) e vice-versa.
• Exprimir-se com correção e clareza, tanto na língua materna, como na linguagem
matemática, usando a terminologia correta.
• Produzir textos matemáticos adequados.
• Utilizar adequadamente os recursos tecnológicos como instrumentos de produção e de
comunicação.
• Utilizar corretamente instrumentos de medição e de desenho.

Investigação e compreensão

• Identificar o problema (compreender enunciados, formular questões etc).
• Procurar, selecionar e interpretar informações relativas ao problema.
• Formular hipóteses e prever resultados.
• Selecionar estratégias de resolução de problemas.
• Interpretar e criticar resultados numa situação concreta.
• Distinguir e utilizar raciocínios dedutivos e indutivos.
• Fazer e validar conjecturas, experimentando, recorrendo a modelos, esboços, fatos
conhecidos, relações e propriedades.
• Discutir idéias e produzir argumentos convincentes.

Contextualização sócio-cultural

• Desenvolver a capacidade de utilizar a Matemática na interpretação e intervenção no real.
• Aplicar conhecimentos e métodos matemáticos em situações reais, em especial em outras
áreas do conhecimento.
• Relacionar etapas da história da Matemática com a evolução da humanidade.
• Utilizar adequadamente calculadoras e computador, reconhecendo suas limitações e
potencialidades.

Objetivos de Matemática para o quarto ciclo

Objetivos de Matemática para o quarto ciclo

Neste ciclo, o ensino de Matemática deve visar ao desenvolvimento:
. Do pensamento numérico, por meio da exploração de situações
de aprendizagem que levem o aluno a:
* ampliar e consolidar os significados dos números racionais
a partir dos diferentes usos em contextos sociais e
matemáticos e reconhecer que existem números que não
são racionais;
* resolver situações-problema envolvendo números naturais,
inteiros, racionais e irracionais, ampliando e consolidando
os significados da adição, subtração, multiplicação, divisão,
potenciação e radiciação;
* selecionar e utilizar diferentes procedimentos de cálculo
com números naturais, inteiros, racionais e irracionais.
. Do pensamento algébrico, por meio da exploração de situações
de aprendizagem que levem o aluno a:
* produzir e interpretar diferentes escritas algébricas .
expressões, igualdades e desigualdades ., identificando
as equações, inequações e sistemas;
* resolver situações-problema por meio de equações e
inequações do primeiro grau, compreendendo os
procedimentos envolvidos;
* observar regularidades e estabelecer leis matemáticas que
expressem a relação de dependência entre variáveis.
. Do pensamento geométrico, por meio da exploração de
situações de aprendizagem que levem o aluno a:
* interpretar e representar a localização e o deslocamento de
uma figura no plano cartesiano;
* produzir e analisar transformações e ampliações/reduções
de figuras geométricas planas, identificando seus elementos
variantes e invariantes, desenvolvendo o conceito de
congruência e semelhança;
* ampliar e aprofundar noções geométricas como incidência,
paralelismo, perpendicularismo e ângulo para estabelecer
relações, inclusive as métricas, em figuras bidimensionais e
tridimensionais.
. Da competência métrica, por meio da exploração de situações
de aprendizagem que levem o aluno a:
* ampliar e construir noções de medida, pelo estudo de
diferentes grandezas, utilizando dígitos significativos para
representar as medidas, efetuar cálculos e aproximar
resultados de acordo com o grau de precisão desejável;
* obter e utilizar fórmulas para cálculo da área de superfícies
planas e para cálculo de volumes de sólidos geométricos
(prismas retos e composições desses prismas).
. Do raciocínio proporcional, por meio da exploração de situações
de aprendizagem que levem o aluno a:
* representar em um sistema de coordenadas cartesianas a
variação de grandezas, analisando e caracterizando o
comportamento dessa variação em diretamente
proporcional, inversamente proporcional ou nãoproporcional;
* resolver situações-problema que envolvam a variação de
grandezas direta ou inversamente proporcionais, utilizando
estratégias não-convencionais e convencionais, como as
regras de três.
. Do raciocínio estatístico e probabilístico, por meio da exploração
de situações de aprendizagem que levem o aluno a:
* construir tabelas de freqüência e representar graficamente
dados estatísticos, utilizando diferentes recursos, bem como
elaborar conclusões a partir da leitura, análise, interpretação
de informações apresentadas em tabelas e gráficos;
* construir um espaço amostral de eventos equiprováveis,
utilizando o princípio multiplicativo ou simulações, para
estimar a probabilidade de sucesso de um dos eventos.

Objetivos de Matemática para o terceiro ciclo

Objetivos de Matemática para o terceiro ciclo

Neste ciclo, o ensino de Matemática deve visar ao desenvolvimento:
. Do pensamento numérico, por meio da exploração de situações
de aprendizagem que levem o aluno a:
* ampliar e construir novos significados para os números .
naturais, inteiros e racionais . a partir de sua utilização no
contexto social e da análise de alguns problemas históricos
que motivaram sua construção;
* resolver situações-problema envolvendo números naturais,
inteiros, racionais e a partir delas ampliar e construir novos
significados da adição, subtração, multiplicação, divisão,
potenciação e radiciação;
* identificar, interpretar e utilizar diferentes representações
dos números naturais, racionais e inteiros, indicadas por
diferentes notações, vinculando-as aos contextos
matemáticos e não-matemáticos;
* selecionar e utilizar procedimentos de cálculo (exato ou
aproximado, mental ou escrito) em função da situaçãoproblema
proposta.
. Do pensamento algébrico, por meio da exploração de situações
de aprendizagem que levem o aluno a:
* reconhecer que representações algébricas permitem
expressar generalizações sobre propriedades das operações
aritméticas, traduzir situações-problema e favorecer as
possíveis soluções;
* traduzir informações contidas em tabelas e gráficos em
linguagem algébrica e vice-versa, generalizando
regularidades e identificar os significados das letras;
* utilizar os conhecimentos sobre as operações numéricas e
suas propriedades para construir estratégias de cálculo
algébrico.
. Do pensamento geométrico, por meio da exploração de
situações de aprendizagem que levem o aluno a:
* resolver situações-problema de localização e deslocamento
de pontos no espaço, reconhecendo nas noções de direção
e sentido, de ângulo, de paralelismo e de perpendicularismo
elementos fundamentais para a constituição de sistemas de
coordenadas cartesianas;
* estabelecer relações entre figuras espaciais e suas
representações planas, envolvendo a observação das figuras
sob diferentes pontos de vista, construindo e interpretando
suas representações;
* resolver situações-problema que envolvam figuras
geométricas planas, utilizando procedimentos de
decomposição e composição, transformação, ampliação e
redução.
. Da competência métrica, por meio da exploração de situações
de aprendizagem que levem o aluno a:
* ampliar e construir noções de medida, pelo estudo de
diferentes grandezas, a partir de sua utilização no contexto
social e da análise de alguns dos problemas históricos que
motivaram sua construção;
* resolver problemas que envolvam diferentes grandezas,
selecionando unidades de medida e instrumentos
adequados à precisão requerida.
. Do raciocínio que envolva a proporcionalidade, por meio da
exploração de situações de aprendizagem que levem o aluno
a:
* observar a variação entre grandezas, estabelecendo relação
entre elas e construir estratégias de solução para resolver
situações que envolvam a proporcionalidade.
. Do raciocínio combinatório, estatístico e probabilístico, por
meio da exploração de situações de aprendizagem que levem
o aluno a:
* coletar, organizar e analisar informações, construir e
interpretar tabelas e gráficos, formular argumentos
convincentes, tendo por base a análise de dados organizados
em representações matemáticas diversas;
* resolver situações-problema que envolvam o raciocínio
combinatório e a determinação da probabilidade de sucesso
de um determinado evento por meio de uma razão.

Objetivos de Matemática para o segundo ciclo

Objetivos de Matemática para
o segundo ciclo

Neste ciclo, o ensino de Matemática deve levar o aluno a:
• Ampliar o significado do número natural pelo seu uso em situaçõesproblema
e pelo reconhecimento de relações e regularidades.
• Construir o significado do número racional e de suas representações
(fracionária e decimal), a partir de seus diferentes usos no contexto social.
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• Interpretar e produzir escritas numéricas, considerando as regras do
sistema de numeração decimal e estendendo-as para a representação
dos números racionais na forma decimal.
• Resolver problemas, consolidando alguns significados das operações
fundamentais e construindo novos, em situações que envolvam números
naturais e, em alguns casos, racionais.
• Ampliar os procedimentos de cálculo — mental, escrito, exato,
aproximado — pelo conhecimento de regularidades dos fatos fundamentais,
de propriedades das operações e pela antecipação e verificação de
resultados.
• Refletir sobre procedimentos de cálculo que levem à ampliação do
significado do número e das operações, utilizando a calculadora como
estratégia de verificação de resultados.
• Estabelecer pontos de referência para interpretar e representar a
localização e movimentação de pessoas ou objetos, utilizando terminologia
adequada para descrever posições.
• Identificar características das figuras geométricas, percebendo
semelhanças e diferenças entre elas, por meio de composição e decomposição,
simetrias, ampliações e reduções.
• Recolher dados e informações, elaborar formas para organizá-los e
expressá-los, interpretar dados apresentados sob forma de tabelas e
gráficos e valorizar essa linguagem como forma de comunicação.
• Utilizar diferentes registros gráficos — desenhos, esquemas, escritas
numéricas — como recurso para expressar idéias, ajudar a descobrir formas
de resolução e comunicar estratégias e resultados.
• Identificar características de acontecimentos previsíveis ou aleatórios a
partir de situações-problema, utilizando recursos estatísticos e
probabilísticos.
• Construir o significado das medidas, a partir de situações-problema que
expressem seu uso no contexto social e em outras áreas do conhecimento
e possibilitem a comparação de grandezas de mesma natureza.
• Utilizar procedimentos e instrumentos de medida usuais ou não,
selecionando o mais adequado em função da situação-problema e do
grau de precisão do resultado.
• Representar resultados de medições, utilizando a terminologia
convencional para as unidades mais usuais dos sistemas de medida,
comparar com estimativas prévias e estabelecer relações entre diferentes
unidades de medida.
• Demonstrar interesse para investigar, explorar e interpretar, em diferentes
contextos do cotidiano e de outras áreas do conhecimento, os conceitos
e procedimentos matemáticos abordados neste ciclo.
• Vivenciar processos de resolução de problemas, percebendo que para
resolvê-los é preciso compreender, propor e executar um plano de
solução, verificar e comunicar a resposta.

Objetivos de Matemática para o primeiro ciclo

Objetivos de Matemática para
o primeiro ciclo

Neste ciclo, o ensino de Matemática deve levar o aluno a:
• Construir o significado do número natural a partir de seus diferentes
usos no contexto social, explorando situações-problema que envolvam
contagens, medidas e códigos numéricos.
• Interpretar e produzir escritas numéricas, levantando hipóteses sobre
elas, com base na observação de regularidades, utilizando-se da
linguagem oral, de registros informais e da linguagem matemática.
• Resolver situações-problema e construir, a partir delas, os significados
das operações fundamentais, buscando reconhecer que uma mesma
operação está relacionada a problemas diferentes e um mesmo problema
pode ser resolvido pelo uso de diferentes operações.
• Desenvolver procedimentos de cálculo — mental, escrito, exato,
aproximado — pela observação de regularidades e de propriedades das
operações e pela antecipação e verificação de resultados.
• Refletir sobre a grandeza numérica, utilizando a calculadora como
instrumento para produzir e analisar escritas.
• Estabelecer pontos de referência para situar-se, posicionar-se e deslocarse
no espaço, bem como para identificar relações de posição entre
objetos no espaço; interpretar e fornecer instruções, usando terminologia
adequada.
• Perceber semelhanças e diferenças entre objetos no espaço,
identificando formas tridimensionais ou bidimensionais, em situações
que envolvam descrições orais, construções e representações.
• Reconhecer grandezas mensuráveis, como comprimento, massa,
capacidade e elaborar estratégias pessoais de medida.
• Utilizar informações sobre tempo e temperatura.
• Utilizar instrumentos de medida, usuais ou não, estimar resultados e
expressá-los por meio de representações não necessariamente
convencionais.
• Identificar o uso de tabelas e gráficos para facilitar a leitura e
interpretação de informações e construir formas pessoais de registro
para comunicar informações coletadas.

APRENDER E ENSINAR MATEMÁTICA

APRENDER E ENSINAR MATEMÁTICA
NO ENSINO FUNDAMENTAL

O estudo dos fenômenos relacionados ao ensino e à aprendizagem da Matemática pressupõe
a análise de variáveis envolvidas nesse processo — aluno, professor e saber matemático —, assim
como das relações entre elas.

Numa reflexão sobre o ensino da Matemática é de fundamental importância ao professor:

• identificar as principais características dessa ciência, de seus métodos,
de suas ramificações e aplicações;

• conhecer a história de vida dos alunos, sua vivência de aprendizagens
fundamentais, seus conhecimentos informais sobre um dado assunto,
suas condições sociológicas, psicológicas e culturais;

• ter clareza de suas próprias concepções sobre a Matemática, uma vez
que a prática em sala de aula, as escolhas pedagógicas, a definição de
objetivos e conteúdos de ensino e as formas de avaliação estão intimamente
ligadas a essas concepções.

pcn - objetivos do ensino fundamental


OBJETIVOS GERAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

Os Parâmetros Curriculares Nacionais indicam como objetivos do ensino fundamental que
os alunos sejam capazes de:

• compreender a cidadania como participação social e política, assim como
exercício de direitos e deveres políticos, civis e sociais, adotando, no
dia-a-dia, atitudes de solidariedade, cooperação e repúdio às injustiças,
respeitando o outro e exigindo para si o mesmo respeito;

• posicionar-se de maneira crítica, responsável e construtiva nas diferentes
situações sociais, utilizando o diálogo como forma de mediar
conflitos e de tomar decisões coletivas;

• conhecer características fundamentais do Brasil nas dimensões sociais,
materiais e culturais como meio para construir progressivamente a noção
de identidade nacional e pessoal e o sentimento de pertinência ao País;

• conhecer e valorizar a pluralidade do patrimônio sociocultural brasileiro,
bem como aspectos socioculturais de outros povos e nações,
posicionando-se contra qualquer discriminação baseada em diferenças
culturais, de classe social, de crenças, de sexo, de etnia ou outras características
individuais e sociais;

• perceber-se integrante, dependente e agente transformador do
ambiente, identificando seus elementos e as interações entre eles, contribuindo
ativamente para a melhoria do meio ambiente;

• desenvolver o conhecimento ajustado de si mesmo e o sentimento de
confiança em suas capacidades afetiva, física, cognitiva, ética, estética,
de inter-relação pessoal e de inserção social, para agir com perseverança
na busca de conhecimento e no exercício da cidadania;

• conhecer e cuidar do próprio corpo, valorizando e adotando hábitos
saudáveis como um dos aspectos básicos da qualidade de vida e agindo
com responsabilidade em relação à sua saúde e à saúde coletiva;

• utilizar as diferentes linguagens — verbal, matemática, gráfica, plástica
e corporal — como meio para produzir, expressar e comunicar suas
idéias, interpretar e usufruir das produções culturais, em contextos públicos
e privados, atendendo a diferentes intenções e situações de comunicação;

• saber utilizar diferentes fontes de informação e recursos tecnológicos
para adquirir e construir conhecimentos;

• questionar a realidade formulando-se problemas e tratando de resolvêlos,
utilizando para isso o pensamento lógico, a criatividade, a intuição,
a capacidade de análise crítica, selecionando procedimentos e
verificando sua adequação.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Textos de Içami Tiba

Tarefa de casa!
  • Comunique-se positivamente. Ninguém gosta de ser avaliado constantemente.
  • Use afirmações reflexivas e solidárias.
  • Ajude o adolescente a explorar as alternativas.
  • Adolescente deve ter deveres, que não devem ser premiados quando cumpridos. São obrigações, não favores.
  • Converse sobre trivialidades, compartilhe experiências.
  • Cumpra o combinado.
  • Estimule-os a se sentirem úteis. Delegue funções.
  • Estudar é obrigação. Se vai mal na escola, perde todas as regalias.
  • Não deprecie o adolescente. Elogie sempre que uma boa oportunidade aparecer.
  • Adolescentes e pais aprendem os hábitos de cada um.
  • 0 pai superprotetor diminui as oportunidades de aprendizagem do filho.

Muitos pais evitam o sofrimento e a frustração do filho, acreditando que favorecem a formação deles. Que prejuízo isso pode acarretar no futuro?

Se a gente faz pelo filho o que ele tem que fazer, estamos deixando-o 'aleijado', e no futuro ele não vai render o quanto poderia. Esse filho pode se tornar uma pessoa sem iniciativa que, além de ficar esperando que os outros façam as coisas por ele, também quer mandar. Os pais devem se tornar educadores, fazendo do filho um cidadão ético e não uma pessoa mimada e dependente.

Castigo resolve?

Eles têm que arcar com as conseqüências: sujou tem que limpar, tirou brinquedo do lugar tem que guardar. O que não adianta é dar umas palmadas, pois depois o filho adolescente bate no pai, que tem vergonha de dizer isso aos outros. Muitos pais estão apanhando moralmente do filho, porque eles deixaram a tirania crescer e não tiveram a autoridade suficiente para educar.

E o papel da escola, como fica?

Se os pais acompanharem a vida escolar do filho, melhor será o estudante. O grande erro é o fato de muitos pais soltarem a educação em casa, achando que a escola vai educar. A criança educada em casa aproveita melhor a escola. Já os educadores precisam orientar os pais, que, muitas vezes, são contra a escola. Mas como eles podem ser contrários à escola que ensina o filho deles? Tem pais que querem mudar o mundo para que o filho seja do jeito que é, mas o mundo não vai mudar. É a pessoa que tem de se adaptar ao mundo. Na escola também tem que haver regras, por isso se fala em disciplina, em cidadania escolar. É preciso que escola e família eduquem junto à criança, o que chamamos de educação a seis mãos.
A importância do planejamento financeiro para os estudos e suas conseqüências

O que mais nos atinge diretamente é o que acontece no nosso pequeno mundo do dia-a-dia. Ele faz parte do planeta Terra, cujos fenômenos naturais escapam dos humanos, como as estações do ano, o dia e a noite, condições climáticas, terremotos, entre outros.

Nós, os humanos, somos por enquanto os únicos seres pensantes que acabamos interferindo nas condições naturais da Terra. O efeito estufa é um resultado produzido pelo próprio homem e atingirá todos os seres vivos. Estamos empenhados em combatê-lo, mas, para isso, é preciso um planejamento estratégico para a recuperação e a preservação do planeta.

Uma família também precisa de um bom planejamento econômico. O resumo é bem simples: melhora as finanças quem ganha mais do que gasta, ou seja, para sobreviver dignamente é preciso gastar menos e não apenas ganhar mais.

Uma das maneiras de gastar menos é evitar o desperdício. E para quem vive em um equilíbrio precário entre ganhos e gastos, uma repetência escolar pode representar uma estufa financeira.

Se um filho estuda em escola pública é porque a situação financeira da família é precária e, portanto, a compra de material escolar, o tempo dedicado à escola e todos os outros gastos indiretos com a educação podem desequilibrar o orçamento. Todos sofrem pela falta de dedicação de um.

É como o efeito estufa: ninguém é rico o suficiente para ignorar os valores de vida que se desgastam com uma reprovação. Isso sem contar com os prejuízos causados pelos alunos aprovados sem aprender. É o futuro de todos (filhos, pais, país, planeta) que está em jogo. Alguém consegue calcular os desperdícios durante tantos anos de estudos e o desgaste familiar para concluir um profissional sem competência para sê-lo?

Faça um planejamento para o estudo dos seus filhos

É absolutamente necessário que as famílias façam um planejamento econômico para os estudos dos filhos. Sob este ponto de vista, fica proibida a repetência escolar. Esse planejamento deve ser estruturado da seguinte maneira:

Objetivo: organizar os estudos para ser aprovado.

Estratégia: tirar notas boas em cada prova.

Ações preventivas: se tirar notas baixas, o filho terá de ser supervisionado e deverá dedicar um tempo previamente combinado com os pais para estudar todos os dias e não somente às vésperas das provas. É importante dividir a matéria para que o filho cumpra a meta diária.

Cobrança dos pais: cobrar os estudos diariamente. O combinado deve ser cumprido por ambas as partes. Caso o filho não consiga explicar com as suas palavras o que estudou é porque decorou e ''decoreba não é aprendizado''.

Custo do filho: é necessário se empenhar para aprender. O filho não poderá partir para a diversão enquanto não cumprir o combinado.

Conseqüências: assim como um contrato, devem ser combinadas previamente. Há pais que querem cobrar dos repetentes os prejuízos financeiros causados, já que não há como ressarcir outros danos. Escrever uma lista das despesas gastas com o repetente durante um ano pode ser bastante educativo se ele realmente sentir o prejuízo causado. Há repetentes que têm de saldar a dívida para aprender. Os pais não podem negligenciar esse prejuízo.

Lucro: além do financeiro, o filho capacita-se para ganhar mais a cada diploma conquistado. O maior lucro está em adquirir a sabedoria de querer aprender sempre.