Prof. William ensina matemática nas ruas
http://www.youtube.com/watch?v=4sGZH9JaHjg
professor Márcio Antônio Barboza
RIO - O professor Márcio Antônio Barboza, 49 anos, é a nova sensação das calçadas cariocas. Com um microfone, uma caixa de som alimentada por uma bateria de moto, um retroprojetor e um quadro branco, ele ensina matemática ao ar livre. Seu sustento vem da comercialização das aulas em vídeo. Cada DVD custa R$ 30, e o investimento tem retorno certo. Quem garante é o próprio Márcio: "Se assistir e não entender, é só trazer que eu compro de volta". (Assista aqui a um trecho da aula)
Sua metodologia particular de ensino, aliada ao carisma de um bom vendedor, atrai centenas de "alunos", que param embaixo de sol escaldante e aprendem equações em poucos minutos. Muitas das fórmulas e regras complicadas são traduzidas em dicas rápidas, seguindo o que ele batizou de Método Mab.
- Cada um tem o seu jeitinho de dar aula. O meu tem como meta contagiar as pessoas. Ensinando passos básicos, a auto-estima do aluno cresce e a mente dele se abre ao que é mais complicado - diz o professor.
'Sala' é uma esquina
A sala de aula foge do padrão das escolas brasileiras. Sai o cômodo com quatro paredes e mesas, entra a esquina das ruas Uruguaiana e Sete de Setembro, no Centro. A temperatura não é tão agradável, mas o salário é compensador. Trabalhando das 10h às 17h, Márcio vende cerca de 350 DVDs por semana. Mesmo oferecendo descontos para quem leva mais de um disco, ele diz faturar cerca de R$ 8 mil por mês, valor próximo à remuneração de um professor com doutorado que dá aulas em uma universidade federal.
- Os métodos práticos que ele usa chamaram mais a minha atenção do que a maneira tradicional das escolas. É um ritmo dinâmico, sem muita complicação - afirma José Matias, de 18 anos, disposto a prestar concurso público nos próximos meses.
Ao mesmo tempo que ensina, o professor garante ser um "eterno aprendiz das ruas". Segundo ele, as perguntas feitas pelos alunos contribuem para o desenvolvimento de seu método.
- Nas abordagens, surgem questionamentos que eu jamais imaginava. Cresço muito com essa convivência. As pessoas colocam desafios no quadro para eu resolver e isso me força a melhorar sempre - afirma Márcio.
Para a servidora pública Shirley Machado, a eficiência dessa didática pode ser comprovada pela grande procura do público. Ela comprou dois DVDs para dar ao filho, que vai prestar em breve um concurso para o Ministério do Trabalho.
- Adoro essa aula ao ar livre. Fico fascinada com o jeito que ele tem para explicar. Dá para perceber seu prazer em dar aula na rua - diz Shirley.
Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/rio/professor-faz-sucesso-ao-ensinar-matematica-na-rua-606834.html#ixzz2nK61Doff
COMO NÃO DIZER QUE A MATEMÁTICA É MARAVILHOSA, ELA DERIVA VÁRIAS OUTRAS CIÊNCIAS, SUA IMPORTÂNCIA É INDISCUTÍVEL EM DIVERSAS ÁREAS. QUEM APRENDE MATEMÁTICA, TAMBÉM APRENDE AMÁ-LA.
quinta-feira, 12 de dezembro de 2013
Professor de rua
Professor de rua ensina matemática à porta de universidade
A poucos minutos do começo da prova do Enem neste domingo, dezenas de pessoas rodeavam um professor de matemática que trouxe seu próprio quadro e dava aulas na calçada, próximo ao câmpus Barra Funda da Uninove, zona oeste de São Paulo.
Márcio Barbosa, de 51 anos, diz ser conhecido como “Mab Cálculo” nas ruas e praças da cidade. Ele dá aulas gratuitas, mas vende a R$ 20 um DVD, “Descomplicando a Matemática”, com cenas dele em programas de TV. “Hoje vendi 70 cópias, mas é pouco”, afirma. “A moçada do vestibular só traz dinheiro suficiente para comprar água”. Barbosa conta que é formado em Engenharia Civil pela UFMG e dá aulas na rua há 3 anos.
No quadro, Márcio desenhou um retângulo de um metro por meio metro e dava lições, com uma calculadora à mão apenas para mostrar que seus cálculos estão corretos. “Ensino a calcular raiz quadrada de 1 a 1 milhão, raiz cúbica de 1 a 1 bilhão, e a decorar toda a tabuada em 5 segundos”, promete.
Caio Túlio Duarte, estudante de 20 anos do Poliedro, é mais cético. “É uma abordagem interessante como passatempo”, diz Caio, “pra quem já domina outras técnicas. Mas ele complementa; não ensina”.
SHMUSP 2006
POSTERS DA HISTORIA DA MATEMÁTICA - SHMUSP 2006.
http://www.ime.usp.br/~sphem/documentos/sphem-posteres.pdf
http://www.ime.usp.br/~sphem/documentos/sphem-posteres.pdf
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